A coordenação pedagógica da escola desenvolveu junto aos alunos do noturno, uma palestra visando demonstrar a difícil relação interpessoais, trabalhando as questões de valores, princípios e conflitos que norteiam esta desgastante interação entre: alunos x alunos, alunos x professores, pessoa x pessoa e pais x filhos.
A palestra teve como objetivo subsidiar os educadores (pais e professores) de recursos modernos de ensino, assim, como a valorização da pessoa humana nas relações.
No encerramento, os alunos da 1ª Fase A encenaram a peça teatral "A Filha Pródiga do Mundo Moderno", sob a orientação dos professores: Rosana (Artes) e Wladimir (Ed. Física).
Palestrante: José Ariston da Silva
- Administrador, Economista e pós-graduado em RH;
- Formação em Filosofia, Teologia e Terapia Familiar;
- Especialista na Área de Rucursos Humanos e Consultor do SEBRAE;
- Consultor Empresarial em Treinamento-Desenvolvimento de Pessoal;
- Conferencista, Analista Transacional e Autor de Livros Motivacionais;
- Diretor Regional da Escola de Pais do Brasil - Seccional de Curitiba.
Texto da Peça Teatral "A Filha Pródiga do Mundo Moderno"
Versão da parábola bíblica, do filho pródigo, nesta, a personagem é uma filha que parte, e volta com conseqüências do período que viveu longe de casa.
Narrador: Na história do Filho Pródigo, o filho mais novo sai de sua casa, mas volta, sem nenhuma conseqüência, mas nessa encenação, queremos demonstrar que muitas vezes tomamos decisões que contrariam a vontade de Deus...e então vejamos o que acontece quando isso ocorre:
Filha: Pai, sabe o que é, o senhor sabe o meu jeito de ser, a minha vontade de ser independente, conquistar o meu espaço sozinha, com minhas próprias forças e...
Pai: Fale minha filha.
Filha: É que eu quero sair de casa! É eu quero construir a minha vida, por isso eu desejo a minha parte da herança agora e não a hora que o senhor se for.
Pai: Tudo bem minha filha, se você acha que isso vai ser melhor para você eu concordo.
Os dois saem de cena e o narrador entra, e fala num tom de tristeza e com o olhar triste, tentando demonstrar o que se passava com a filha.
Narrador: E assim a filha arrumou os seus pertences, e se despediu dos seus, foi embora a procura de novos horizontes. Bem longe começou a dar festas, para aqueles que se diziam seus "amigos", mas que na verdade estavam interessados no seu dinheiro.Ela gastou tudo o que tinha em festas, bebidas...até que o dinheiro acabou!
Filha: Cadê meus amigos?!? Onde foram parar todos aqueles que diziam gostar de mim?!?
Cadê os que comiam e bebiam as minhas custas?!? E agora, o que eu faço, eu tenho fome, sinto frio, mas não tenho sequer um teto, muito menos uma mistura.
Nesse momento a filha entra em desespero e começa a chorarem pranto. A luz baixa, ela sai de cena e o narrador volta ao centro do palco.
Narrador: Mas eis que os dias passavam, a tortura aumentava e foi-lhe apresentado um
mundo: negro e sujo, mas que para ela parecia a ultima saída, o mundo da PROSTITUIÇÃO!!!
O narrador fala com um ar de mais tristeza do que antes, e sai com a cabeça baixa.
Filha: Não foi isso que desejei para minha vida, fome, desgraça, miséria, a além de tudo uma barriga, mais uma vida, mal sei cuidar de mim, como poderei cuidar dessa criança...oh Deus, dá-me uma solução, por favor!!!
Nesse momento ela novamente entra em pânico.
Narrador: E eis que os nove meses se passaram, ela não podia continuar naquele mundo negro com uma filha, até que ela começou a lembrar de sua vida, e suas atitudes.
Pai: Fale minha filha.
Filha: É que eu quero sair de casa! É eu quero construir a minha vida, por isso eu desejo a minha parte da herança agora e não a hora que o senhor se for.
Pai: Tudo bem minha filha, se você acha que isso vai ser melhor para você eu concordo.
Os dois saem de cena e o narrador entra, e fala num tom de tristeza e com o olhar triste, tentando demonstrar o que se passava com a filha.
Narrador: E assim a filha arrumou os seus pertences, e se despediu dos seus, foi embora a procura de novos horizontes. Bem longe começou a dar festas, para aqueles que se diziam seus "amigos", mas que na verdade estavam interessados no seu dinheiro.Ela gastou tudo o que tinha em festas, bebidas...até que o dinheiro acabou!
Filha: Cadê meus amigos?!? Onde foram parar todos aqueles que diziam gostar de mim?!?
Cadê os que comiam e bebiam as minhas custas?!? E agora, o que eu faço, eu tenho fome, sinto frio, mas não tenho sequer um teto, muito menos uma mistura.
Nesse momento a filha entra em desespero e começa a chorar
Narrador: Mas eis que os dias passavam, a tortura aumentava e foi-lhe apresentado um
mundo: negro e sujo, mas que para ela parecia a ultima saída, o mundo da PROSTITUIÇÃO!!!
O narrador fala com um ar de mais tristeza do que antes, e sai com a cabeça baixa.
Filha: Não foi isso que desejei para minha vida, fome, desgraça, miséria, a além de tudo uma barriga, mais uma vida, mal sei cuidar de mim, como poderei cuidar dessa criança...oh Deus, dá-me uma solução, por favor!!!
Nesse momento ela novamente entra em pânico.
Narrador: E eis que os nove meses se passaram, ela não podia continuar naquele mundo negro com uma filha, até que ela começou a lembrar de sua vida, e suas atitudes.









Nenhum comentário:
Postar um comentário